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ONU e Cruz Vermelha distribuem 16,5 toneladas de ajuda contra Covid-19 na América Latina

O sistema de saúde do Equador foi sufocado pela pandemia do novo coronavírus afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 08. abril 2020 - 22:25
(AFP)

As Nações Unidas e a Cruz Vermelha distribuíram mais de 16 toneladas de insumos, a partir do seu centro logístico no Panamá, para o combate à Covid-19 em América Latina e Caribe, anunciaram nesta quarta-feira as duas organizações.

Uma montanha de caixas contendo equipamento de saúde serão enviadas em breve para vários destinos latinos. A ONU, através do Programa Mundial de Alimentos (PMA), e a Cruz Vermelha acondicionaram o material em seu vasto Centro Logístico Regional de Assistência Humanitária.

O carregamento inclui tendas, máscaras, luvas e outros ítens de proteção, e foi armazenado em depósitos nas imediações do Aeroporto Panamá Pacífico, antiga base americana localizada a oeste da Cidade do Panamá.

Algumas caixas de madeira têm como destino o Equador, cujo sistema de saúde foi sufocado pela pandemia. "Enviamos cerca de 12 toneladas de insumos a 25 países de América Latina e Caribe. O último voo que enviamos foi um de emergência ao Equador, devido à situação do coronavírus naquele país", informou Francisco Quesada, gerente do depósito humanitário da ONU.

"A partir daqui, já despachamos cerca de 4,5 toneladas de insumos, e, nesta semana, iremos despachar de 8 a 12 toneladas", indicou o diretor regional da Federação da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho para a América Latina e o Caribe, Walter Cotte.

Um total de 1.717 pessoas já morreram na América Latina devido ao novo coronavírus, que infectou 43.628 na região, segundo os dados oficiais mais recentes. Devido a esta situação, a ONU e a Cruz Vermelha prevêem novos envios de insumos aos países latino-americanos.

"A prioridade é o Equador. Depois, a situação na Venezuela e Colômbia. Também temos uma grande preocupação com a República Dominicana e o Haiti, que é um dos países críticos para nós", declarou Cotte.

"Estamos oferecendo, como país, o que podemos: nossa infraestrutura, conectividade e, principalmente, solidariedade", expressou o chanceler do Panamá, Alejandro Ferrer.

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