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Oposição condiciona retorno ao diálogo a libertação de 'presos políticos' na Nicarágua

Infográfico com cronologia dos 10 meses de crise política e econômica na Nicarágua afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 11. março 2019 - 00:55
(AFP)

A opositora Aliança Cívica da Nicarágua anunciou neste domingo que não retornará à mesa de negociações até que o governo de Daniel Ortega dê "mostras contundentes" de que deseja resolver a crise no país, libertando os presos políticos e encerrando a repressão.

A delegação opositora "retomará sua presença na mesa de negociações uma vez que o governo da Nicarágua dê ao país mostras contundentes para encontrar soluções integrais para a crise", informa a Aliança em comunicado.

A oposição condiciona o retorno às conversações com o governo, iniciadas em 27 de fevereiro, à "libertação dos presos políticos e ao fim da repressão e sequestros" contra as pessoas que participaram nos protestos contra Ortega ano passado.

Além disso, exige o "fim da perseguição dos parentes dos detidos e o respeito dos padrões internacionais para o tratamento dos presos políticos, incluindo a proibição de tratamentos cruéis, desumanos e degradantes". Também pede assistência médica para os citados.

Ao menos 335 pessoas morreram, mas de 700 foram detidas e milhares abandonaram o país após a repressão aos protestos iniciados no ano passado contra o governo por conta de uma reforma da Previdência, que depois se transformou em uma demanda pela saída de Ortega, que está no poder há 12 anos.

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