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Palestinos assinam acordos com fabricantes de vacinas contra a covid-19

Dose da vacina russa Sputnik V contra a covid-19 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 11. janeiro 2021 - 20:15
(AFP)

A Autoridade Palestina informou nesta segunda-feira (11) que assinou contratos com quatro fornecedores de vacinas contra o novo coronavírus, incluindo a russa Sputnik V, e que deve ter o suficiente para imunizar 70% da população em dois meses.

"O Ministério da Saúde assinou contratos com quatro empresas para a entrega de vacinas que chegarão em dois meses", disse o primeiro-ministro palestino, Mohammed Shtayyeh, antes da reunião semanal de gabinete.

A campanha de vacinação palestina vai começar com profissionais de saúde, doentes e idosos, acrescentou.

Ele especificou que a aquisição visa vacinar os 2,8 milhões de palestinos na Cisjordânia ocupada, além dos dois milhões de palestinos em Gaza.

A Autoridade Palestina já havia dito que esperava receber um suprimento inicial de vacinas do programa Covax, apoiado pela ONU, que visa ajudar os países mais pobres a enfrentar a pandemia.

Um funcionário do ministério da saúde palestino, Yasser Bouzia, disse que os contratos assinados têm um valor total de 21 milhões de dólares.

Os acordos são com a Pfizer-BioNTech, parceria britânica entre a farmacêutica AstraZeneca e a Universidade de Oxford, a empresa americana Johnson & Johnson e desenvolvedores de vacinas russas.

O Ministério da Saúde palestino registrou mais de 102.000 casos de covid-19 na Cisjordânia, incluindo 1.164 mortes.

Em Gaza, governada pelo movimento Hamas, houve mais de 45.000 casos, incluindo 447 mortes.

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