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Peru, com quase 10.000 casos de COVID-19, multará quem descumprir confinamento

O presidente peruano, Martín Vizcarra, decretou o revezamento de homens e mulheres nas ruas diante da pandemia do novo coronavírus. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 13. abril 2020 - 21:38
(AFP)

O presidente peruano Martín Vizcarra anunciou nesta segunda-feira que o governo multará as pessoas que violarem o confinamento decretado para impedir a propagação do novo coronavírus, em um momento em que os casos confirmados no país dispararam para quase 10.000.

"O decreto supremo que estamos adotando hoje ratifica a proibição de saída de mais de uma pessoa (por família) e os que violarem serão multados", disse Vizcarra durante entrevista coletiva sobre a evolução da doença.

O Peru registrou 9.784 casos de COVID-19 nesta segunda-feira (+2.265 em relação ao domingo) e 216 mortes (+23).

O aumento significativo no número de contágios o coloca como o segundo país da região com maior número de casos, depois do Brasil, mas faz parte da previsão do governo que esperava atingir o pico de casos nesta semana.

O aumento está relacionado ao expressivo aumento na realização de testes, que passou na última semana de uma média diária de 1.500 para 10.000, segundo o ministro da Saúde Victor Zamora.

Vizcarra não especificou o valor da sanção econômica que será imposta aos possíveis infratores.

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