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Peru declara emergência sanitária na fronteira com o Equador por venezuelanos

(25 ago) Migrantes venezuelanos fazem fila na cidade peruana de Tumbes para solicitar o status de refugiado afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 29. agosto 2018 - 12:20
(AFP)

O governo peruano declarou nesta terça-feira, por 60 dias, estado de emergência sanitária em três distritos da região de Tumbes, fronteira com o Equador, diante da chegada em massa de imigrantes venezuelanos.

A medida foi adotada diante do "risco iminente para a saúde e o saneamento (da população) diante do incremento da imigração internacional proveniente do norte", assinala o decreto firmado pelo presidente Martín Vizcarra.

A emergência envolve os distritos de Aguas Verdes, Zarumilla e Tumbes, onde nas últimas semanas milhares de venezuelanos cruzaram a fronteira, antes da entrada em vigor - em 25 de agosto - da obrigação de apresentação de passaporte.

Segundo o decreto, o governo estabelecerá "ações imediatas e necessárias de redução do muito alto risco" para a saúde.

Fugindo da crise econômica, da hiperinflação e do desabastecimento, milhares de venezuelanos emigraram nas últimas semanas para Peru, Brasil, Colômbia, Equador e Chile, gerando tensão nos países.

Ao menos 2,3 milhões de venezuelanos - de uma população de 30,6 milhões - vivem no exterior. Deste total, 1,6 milhão emigraram a partir de 2015, segundo as Nações Unidas.

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