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As reservas de petróleo subiram claramente menos do que o previsto na semana passada nos Estados Unidos

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Os preços do petróleo sofreram queda nesta quinta-feira apesar dos dados econômicos favoráveis na Europa, nos Estados Unidos e na China. Os negociadores seguem atentos à crise na Ucrânia e no Oriente Médio.

O preço do "light sweet crude" (WTI) com entrega em setembro caiu 1,05 dólar para fechar em 102,07 dólares o barril na New York Mercantile Exchange.

Em Londres, o Brent do Mar do Norte para entrega no mesmo prazo recuou para 107,07 dólares o barril, uma diferença de 96 centavos em relação a quarta-feira.

Nesta quinta-feira, o Departamento de Trabalho dos Estados Unidos informou a maior queda em oito anos nos pedidos de auxílio desemprego no país em meados de julho. Paralelamente, o HSBC apontou para um avanço da atividade industrial da China.

"Mesmo a maior queda dos pedidos de auxílio desemprego desde 2006 não foi suficiente para levar os preços de cru a um terreno positivo. Após a "ajuda" das tensões geopolíticas para as cotações, o mercado de petróleo recua", diz Matt Smith, da Schneider Electric.

Carl Larry , da Oil Outlooks and Opinions, afirma que "o mercado, nervoso, joga com cautela, com negociadores tomando lucros".

Os preços do petróleo subiram na última quarta-feira depois de os Estados Unidos terem informado uma queda acentuada nas reservas de petróleo bruto, o que indica uma forte expansão da demanda no maior consumidor de cru do mundo.

AFP