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Polícia retira manifestantes do Congresso no Equador

Manifestantes se concentram em frente à assembleia nacional afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 08. outubro 2019 - 04:07
(AFP)

Policiais e militares desalojaram nesta terça-feira os manifestantes que invadiram a sede do Congresso do Equador, em Quito, em meio a uma onda de protestos pela alta nos preços dos combustíveis, anunciou a TV local.

Ao menos 100 indígenas e camponeses conseguiram romper o cordão de isolamento feito em torno do prédio, em meio a distúrbios, e os manifestantes chegaram ao plenário do Congresso, de onde foram retirados minutos depois, segundo imagens do canal Ecuavisa.

Durante a breve ocupação, os manifestantes ocuparam a bancada, de onde gravaram imagens com seus celulares.

Após retomar o controle do lado de fora do Legislativo, a polícia expulsou os manifestantes de dentro do prédio, de acordo com a Ecuavisa.

"O movimento indígena junto a trabalhadores, estudantes e cidadãos conseguiu sitiar e tomar @AsambleaEcuador", escreveu no Twitter a Confederação de Nacionalidades Indígenas (Conaie).

"Tomamos a Assembleia de maneira pacífica", diz um homem em um dos vídeos divulgados pela organização.

A invasão ocorreu após jovens com escudos de madeira com a inscrição "guarda indígena" tentarem romper o cordão de isolamento em torno da Assembleia Nacional, que já haviam tentado ocupar na véspera.

"Temos que lutar pelos filhos, pela comida dos nossos filhos. Somos pobres", disse uma indígena que protestava. "Vamos tirar todos os políticos da Assembleia", ameaçou.

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