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Presidência boliviana do Conselho de Segurança descarta debate sobre Venezuela

O embaixador da Bolívia na Organização das Nações Unidas (ONU), Sacha Llorenty, em 27 de setembro de 2018. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 03. outubro 2018 - 21:52
(AFP)

A Bolívia descartou nesta quarta-feira um novo debate sobre a crise na Venezuela no Conselho de Segurança das Nações Unidas durante a sua presidência, no mês de outubro.

"Não temos planos para celebrar reuniões sobre a Venezuela. A Venezuela não é uma ameaça à paz e à segurança internacionais, e não terá lugar na agenda do Conselho", declarou o embaixador boliviano na ONU, Sacha Llorenti.

O presidente boliviano, Evo Morales, denunciou na semana passada, na Assembleia Geral da ONU, a "agressão descarada dos Estados Unidos e seus aliados" à Venezuela, e afirmou que os problemas do país devem ser resolvidos pelos venezuelanos.

Llorenti recordou que a votação anual da Assembleia Geral para pedir a suspensão do embargo americano imposto a Cuba em 1962 ocorrerá no dia 31 de outubro.

Este será o 27º voto consecutivo da Assembleia para pedir o fim do embargo, em geral apoiado por todos os países, exceto Estados Unidos e Israel.

"Para meu país este é um assunto de extrema importância, uma prioridade", já que a condenação da maior parte dos Estados membros "é um exemplo do respeito ao multilateralismo e uma condenação às ações unilaterais".

"Reconhecemos a coragem e a valentia do povo cubano", destacou Llorenti, acrescentando que a presidência boliviana do Conselho também defenderá a causa palestina.

"Queremos destacar o tema da Palestina o máximo possível. É uma prioridade".

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