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Presidente paraguaio critica denúncias de corrupção em compras de saúde

(Arquivo) O presidente paraguaio, Mario Abdo Benítez afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 28. maio 2020 - 21:58
(AFP)

O presidente paraguaio Mario Abdo Benítez defendeu seus administradores de saúde contra acusações de corrupção na aquisição de equipamentos e suprimentos hospitalares e atribuiu inveja a seus inimigos políticos por seus resultados na luta contra a COVID-19.

"Você sabe por que eles o atacam, ministro? Porque muitos acreditam que você será candidato a Presidente da República, porque ninguém pode acreditar que um burocrata público tenha 98% de aceitação de cidadania", disse o chefe de Estado em um ato nesta quinta-feira.

O presidente se referiu ao seu ministro da Saúde, Julio Mazzoleni, acusado de fazer uma concessão irregular a duas empresas pelo fornecimento de material hospitalar no valor de cerca de US$ 14 milhões.

Mazzoleni "é responsável por propostas fraudulentas por ação ou omissão", disse o senador Víctor Ríos, que pertence ao Partido Liberal, da oposição.

O governo decidiu retirar a proposta em questão após publicações da imprensa que denunciaram a irregularidade.

A procuradoria investiga as empresas fornecedoras e sete funcionários da Saúde.

"Que sejam presos. (...) Para isso existe uma justiça, que deve agir com liberdade, independência e coragem", enfatizou Abdo após indicar que o caso já está nos tribunais.

"Em todo o mundo, existem problemas nos processos de compra", disse o presidente, que em tom exaltado observou que seu governo "é realmente atacado de inveja" por causa de seus bons resultados na luta contra a pandemia.

O Paraguai, com 7 milhões de habitantes, registra 900 casos de coronavírus, incluindo 11 mortes, desde que o primeiro contágio foi registrado em 7 de março.

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