Navigation

Professores e médicos hondurenhos fazem novo protestos apesar da repressão

Um manifestante durante um protesto de médicos, professores e estudantes hondurenhos nos arredores do palácio presidencial em Tegucigalpa, em 27 de maio de 2019 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 27. maio 2019 - 21:51
(AFP)

A polícia de Honduras reprimiu nesta segunda-feira (27) uma manifestação em Tegucigalpa que reuniu milhares de médicos, professores e estudantes que voltaram a protestar contra dois decretos governamentais que consideram uma privatização da saúde e da educação.

Mais de dez mil pessoas se reuniram na capital do país e caminharam até a sede da presidência.

Centenas de policiais tentaram desmobilizar o grupo lançando bombas de gás lacrimogênio, mas os manifestantes responderam com pedras e paus. A multidão se reagrupou e foi em direção a um hotel onde era realizada uma reunião com autoridades ligadas à educação.

Médicos e docentes paralisaram parcialmente os trabalhos nos hospitais e escolas há uma semana, e bloqueiam vias em diferentes regiões do país.

As categorias exigem o veto a dos decretos aprovados pelo Congresso com a promessa de melhorar a saúde e a educação, mas que acreditam que pretendem privatizar os serviços e demitir os trabalhadores.

As manifestações contam com a participação do Colégio Médico, com dez mil afiliados, 3.500 deles em hospitais públicos, e seis sindicatos de professores, com 60 mil membros.

Este artigo foi automaticamente importado do nosso antigo site para o novo. Se há problemas com sua visualização, pedimos desculpas pelo inconveniente. Por favor, relate o problema ao seguinte endereço: community-feedback@swissinfo.ch

Partilhar este artigo

Participe da discussão

Com uma conta SWI, você pode contribuir com comentários em nosso site.

Faça o login ou registre-se aqui.