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Rebelde da ex-guerrilha FARC é preso na Colômbia

Ex-membros das FARC deslocados de Mutatá, em 15 de julho de 2020 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 25. julho 2020 - 21:27
(AFP)

O presidente colombiano Iván Duque anunciou neste sábado a captura de um membro da dissolvida guerrilha das FARC na fronteira com a Venezuela, que junto com um grupo de ex-combatentes anunciou em 2019 que retornaria às armas.

O presidente parabenizou a Polícia no Twitter pela prisão de Francisco Durango Úsuga, conhecido como "Ariel" ou "Frita", que apareceu em um vídeo em agosto do ano passado, juntamente com o ex-negociador-chefe e ex-número dois da ex-guerrilha comunista, Iván Márquez e outros ex-chefes como Jesús Santrich, anunciando seu retorno às armas.

Detido no município de Maicao (nordeste), Durango é acusado de "concertação para crime grave, fabricação, tráfico e porte de armas e tráfico de drogas na área de fronteira com a Venezuela", acrescentou o presidente.

No vídeo transmitido nas redes sociais em que tornou público seu retorno às armas, esse rebelde apareceu vestido com roupas militares com outros vinte dissidentes e apontou "traição do Estado" ao que foi acordado com o governo de Juan Manuel Santos em 2016.

Os dissidentes também se apresentaram como guerrilheiros das dissolvidas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).

O tribunal da paz encarregado de julgar os piores crimes do conflito excluiu esses dissidentes em outubro dos benefícios criminais consagrados no acordo, de modo que, se forem capturados, permanecerão à disposição da justiça comum.

O agora partido de esquerda, que emergiu do acordo de paz, os expulsou em 9 de outubro de 2019.

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