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Rei da Arábia Saudita promete combate ao extremismo religioso

O rei Abdullah da Arábia Saudita destacou neste domingo seu repúdio ao extremismo religioso, ao prometer que impedirá que "um grupo de terroristas (...) aterrorize os muçulmanos", em referência aos jihadistas no Iraque e Síria. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 29. junho 2014 - 11:48
(AFP)

O rei Abdullah da Arábia Saudita destacou neste domingo seu repúdio ao extremismo religioso, ao prometer que impedirá que "um grupo de terroristas (...) aterrorize os muçulmanos", em referência aos jihadistas no Iraque e Síria.

"O objetivo deles é semear a desunião entre os muçulmanos", disse o monarca a respeito dos jihadistas sunitas do Estado Islâmico do Iraque e Levante (EIIL), que iniciaram em 9 de junho uma ofensiva no Iraque e permanecem ativos no conflito na Síria com o objetivo de cria um Estado islâmico em uma região entre os dois países.

"Não permitiremos que alguns terroristas, que utilizam o islã com fins pessoais, aterrorizem os muçulmanos ou atentem nossa pátria", advertiu o rei Abdullah, citado pela agência oficial SPA, durante um discurso por ocasião do início do Ramadã.

A Arábia Saudita, país administrado por uma versão rigorosa do islã sunita, compartilha com o Iraque uma fronteira de 814 km sob fortes medidas de segurança.

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