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Retirada de terceirizados adia envio de caças F-16 dos EUA ao Iraque

O governo dos Estados Unidos pretende vender, por um bilhão de dólares, aviões militares, veículos blindados e equipamentos de vigilância ao Iraque, informou o Pentágono. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 30. junho 2014 - 20:45
(AFP)

Os confrontos no Iraque podem adiar a entrega de 36 caças F-16 para o Exército iraquiano, após o esvaziamento de uma importante base aérea, informou o Pentágono nesta segunda-feira.

Os Estados Unidos se esforçam para acelerar os envios de armas e de munições ao governo iraquiano, que luta para repelir o ataque dos insurgentes sunitas. Mas a insegurança é tão grande que pode colocar em risco o trabalho vinculado aos F-16, disse o coronel Steven Warren, porta-voz do Pentágono.

Recentemente, os funcionários terceirizados de empresas de segurança que trabalham nos F-16, na base aérea de Balad (90 km ao norte de Bagdá), foram deslocados para uma área mais segura da capital.

"Não estão mais trabalhando em Balad. Haverá consequências, mas ainda é cedo para saber quais", acrescentou.

O Iraque já recebeu da Rússia uma primeira leva de aviões de combate Sukhoi. Nesta segunda, o Pentágono declarou que isso não compromete o programa de venda de armas americanas a Bagdá.

Washington já enviou 400 mísseis Hellfire do total de 500 comprados pelo Iraque. As últimas 100 peças devem chegar a Bagdá em algumas semanas, acrescentou o coronel.

O Pentágono também espera vender 24 helicópteros Apache, mas o governo iraquiano ainda não confirmou a compra.

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