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Seguidores de Maduro protestam contra relatório de Bachelet sobre direitos humanos

Um militante a favor do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, exibe um cartaz contra o relatório de Michelle Bachelet sobre os direitos humanos na Venezuela, numa manifestação em Caracas, em 13 de julho de 2019 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 13. julho 2019 - 20:51
(AFP)

Seguidores do presidente Nicolás Maduro realizaram um protesto neste sábado contra o relatório da Alto Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, que registra execuções, torturas e outras violações de direitos humanos na Venezuela.

Portando cartazes com mensagens contra Bachelet, milhares de chavistas caminharam por dois quilômetros pelo centro de Caracas.

"O povo venezuelano se mobiliza para expressar sua esmagadora rejeição às mentiras e manipulação", escreveu no Twitter Maduro, que não participou da manifestação.

Durante o protesto, o número dois do governo, Diosdado Cabello, garantiu que a ex-presidente chilena emitiu um documento "absolutamente tendencioso", produto de uma atitude "hipócrita, submissa, cúmplice" em relação aos Estados Unidos, que está liderando a pressão internacional para forçar Maduro a deixar o poder.

"O relatório de Bachelet é uma traição" aos venezuelanos, disse à AFP Rosa Urbina, de 71 anos, professora aposentada, que participou da marcha.

Em seu relatório, Bachelet, que visitou a Venezuela em junho, denuncia a "erosão" do estado de direito no país, com execuções, prisões arbitrárias e tortura por agentes de segurança.

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