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Suprema Corte proíbe Guaidó de deixar a Venezuela e congela suas contas

O autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Gauidó afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 30. janeiro 2019 - 11:12
(AFP)

O Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela (TSJ), que apoia o governo, proibiu o autoproclamado presidente interino, Juan Guaidó, de deixar o país e congelou suas contas, ao ser investigado por "usurpar" as funções do presidente Nicolás Maduro.

O plenário ordenou a "proibição de saída do país sem autorização até que a investigação termine" e de transação de bens, além do bloqueio de contas, disse o presidente do TSJ, Maikel Moreno, ao acolher uma solicitação feita mais cedo pelo procurador-geral, o chavista Tarek William Saab.

A corte aceitou também "o bloqueio de contas bancárias ou qualquer outro instrumento financeiro" do líder opositor "no território venezuelano", acrescentou Moreno em uma breve declaração à imprensa.

Depois de tomar ciência da solicitação do procurador-geral ao TSJ, Guaidó disse não estar surpreso, por considerar que a medida faz parte de uma rede de "ameaças" contra ele e o Parlamento de maioria opositora, do qual é presidente.

"Não estou desestimando uma ameaça de prisão, não quero que se tome assim de nossa parte. Muito responsavelmente digo a vocês que (não há) 'nada de novo sob o sol'. Lamentavelmente, é um regime que não dá resposta ao venezuelano, a única resposta é perseguição, repressão", disse.

Guaidó, de 35 anos, se autoproclamou em 23 de janeiro depois que o Congresso declarasse Maduro "usurpador" por assumir em 10 de janeiro um segundo mandato que - como grande parte da comunidade internacional - considera ilegítimo por ser resultado de eleições denunciadas como "fraudulentas".

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