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Trump soma à lista negra de sanções dos EUA intermediária de remessas em Cuba

Vista da Praça da Revolução, em Havana, 1º de maio de 2020 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 04. junho 2020 - 03:30
(AFP)

O governo de Donald Trump somou nesta quarta-feira (3) à lista de entidades sancionadas pelos Estados Unidos a empresa cubana Fincimex, a instituição financeira que administra as remessas que entram na ilha.

O Departamento de Estado informou que incluirá na lista de sancionados sete subentidades que pertencem ao Exército cubano: a empresa financeira Fincimex, três hotéis, dois centros de mergulho e um parque marinho para turistas.

"A inclusão da instituição financeira Fincimex à lista de restrições vai ajudar a enfrentar as tentativas do regime de controlar as divisas duras que pertencem ao povo cubano", informou o Departamento de Estado.

O governo Trump reverteu a abertura à recomposição das relações com Cuba, promovida por seu antecessor, Barack Obama, endurecendo o bloqueio que vigora desde 1962, com argumentos de violações aos direitos humanos de cubanos e apoio ao governo de Nicolás Maduro na Venezuela.

No âmbito destas sanções, restringiu o envio de remessas a Cuba, ao proibi-las para familiares de funcionários públicos cubanos e membros do Partido Comunista, e limitá-las a mil dólares por trimestre por pessoa nos demais casos.

O chanceler cubano, Bruno Rodríguez, manifestou-se no Twitter, dizendo que é "vergonhoso e criminoso recrudescer o bloqueio" durante a pandemia de COVID-19, que representou um duro golpe para a economia da ilha, muito dependente do turismo.

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