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UE destina € 50 milhões para ajuda humanitária na Venezuela

O comissário europeu de Ajuda Humanitária, Christos Stylianides (foto), indicou que 'a ajuda será destinada aos centros de acolhida, à assistência sanitária e alimentar, aos serviços de nutrição, ao acesso à água potável e ao saneamento' afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 27. março 2019 - 16:08
(AFP)

A Comissão Europeia anunciou, nesta quarta-feira (27), uma ajuda de 50 milhões de euros (56,3 milhões de dólares) a mais para ajudar os venezuelanos a enfrentar a crise, tanto fora, quanto dentro do país.

"A nova ajuda será destinada aos centros de acolhimento, à assistência sanitária e alimentar, aos serviços de nutrição, ao acesso à água potável e saneamento", informou o comissário europeu de Ajuda Humanitária, Christos Stylianides.

Feito dentro dos compromissos da UE no Grupo de Contato Internacional (GCI) sobre a Venezuela, o anúncio ocorre na véspera de uma nova reunião com seus sócios latino-americanos em Quito.

A UE eleva, assim, sua assistência, que inclui também ajuda ao desenvolvimento tanto para a Venezuela quanto para os países vizinhos, aos 117,6 milhões de euros desde 2018, explicou o Executivo europeu em um comunicado.

O envio de ajuda humanitária para a Venezuela, que enfrenta uma grave crise política e econômica, é uma das duas linhas de trabalho do GCI, juntamente com a tentativa de estabelecer as bases para a convocação de uma eleição presidencial antecipada, que Caracas rejeita.

Para o primeiro objetivo, o grupo de contato está estudando a possibilidade de estabelecer um mecanismo internacional para o fornecimento de ajuda humanitária em cooperação com as Nações Unidas.

A UE, que distribui sua ajuda por meio de organizações no campo, considera que ela deve ser "despolitizada" e dividida de acordo com os princípios de "humanidade, neutralidade, imparcialidade e independência".

Já para o segundo objetivo do GCI, as eleições, fontes em Bruxelas estimam que "a situação é muito ruim", mas veem neste grupo, como disse recentemente a chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, a "única iniciativa política existente" que tem acesso a todas as partes.

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