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O Estado Islâmico (EI) matou 16 combatentes curdos e 23 membros das forças do governo em combates no Iraque, anunciaram neste sábado autoridades, afirmando que dezenas de islamitas também tinham morrido. 

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O Estado Islâmico (EI) matou 16 combatentes curdos e 23 membros das forças do governo em combates no Iraque, anunciaram neste sábado autoridades, afirmando que dezenas de islamitas também tinham morrido.

Na sexta-feira um ataque contra uma barragem e uma instalação petroleira perto de Mossul (norte) causou 14 mortes entre os peshmergas (combatentes curdos), segundo um membro da União Patriótica do Curdistão (UPK). Esse balanço foi confirmado por um militar de alta patente das forças curdas.

Os jihadistas "atacaram um posto de vigilância peshmerga em Zumar e iniciaram violentos combates", declarou à AFP o militar. Segundo ele cerca de 100 jihadistas morreram e 38 foram capturados.

As forças curdas tiveram que se retirar, permitindo que o EI se apoderasse de dois pequenos campos de petróleo, o de Ain Zalah e o de Batma.

"Os dois campos estão agora sob controle do EI", confirmou à AFP um representante da companhia de petróleo North Oil. Ele indicou que a capacidade de produção total dos dois campos é de 20.000 barris por dia.

Também há no local uma pequena central elétrica, acrescentou.

Os jihadistas do EI, que já tinham forte presença na Síria, lançaram no dia 9 de junho uma intensa ofensiva que permitiu que se apoderassem de vastas áreas do território iraquiano. O grupo proclamou no final de junho um califado nos territórios sob seu controle na Síria e no Iraque.

Pelo menos 23 membros das forças do governo morreram na madrugada de sábado quando o EI disparou morteiros de Khurf al-Sajr, ao sul de Bagdá.

O Exército efetuou um contra-ataque no qual sete soldados ficaram feridos, completaram essas fontes, segundo as quais 27 jihadistas também foram mortos.

Khurf al-Sajr está situada em uma estrada que liga os redutos insurgentes no oeste às cidades sagradas xiitas no sul de Bagdá. Se os rebeldes conseguirem chegar à cidade, vão se aproximar de Kerbala e apertar o cerco à capital.

Os atentados também continuaram. Um carro-bomba explodiu neste sábado em um centro de recrutamento de uma milícia xiita em Balad, norte de Bagdá. Cinco pessoas morreram e 16 ficaram feridas.

Em Samarra, dois policiais morreram atingidos por uma bomba, e em Daquq um ataque aéreo contra o EI matou seis civis.

Somente em julho, 1.737 pessoas morreram no Iraque.

AFP