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Uruguai elege novo presidente e se pronuncia sobre reforma de segurança

Candidato presidencial da Frente Ampla (esquerda), Daniel Martínez afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 27. outubro 2019 - 11:35
(AFP)

Os uruguaios começaram a votar neste domingo (27) para eleger um novo presidente, em uma eleição que pode ir ao segundo turno e na qual a população também vai se expressar sobre uma reforma de segurança que promove a criação de uma guarda nacional militarizada.

As mesas de votação abriram às 8h locais para receber os 2,6 milhões de cidadãos habilitados a votar, em um pleito que tem como favoritos o governista ex-prefeito de Montevidéu Daniel Martínez, com 40% das intenções de voto, e o ex-senador de centro-direita Luis Lacalle Pou, com 28%.

Os postulantes da Frente Ampla (esquerda) e do Partido Nacional estão à frente nas pesquisas para passar ao segundo turno, que ocorre em novembro caso ninguém alcance a metade mais um dos votos válidos.

O presidente Tabaré Vázquez (Frente Ampla), que encerra seu mandato em 1 de março, disse neste domingo que "os uruguaios têm grande afesão ao sistema democrático" e mencionou seu estado de saúde - ele foi recentemente diagnostica com câncer de pulmão.

"Tenho a esperança e o desejo e colocar a faixa presidencial no próximo presidente", afirmou Vázquez à imprensa na saída de sua casa, segundo publicou o jornal El Observador.

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