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Vírus chikungunya deixa 33 mortos nas Antilhas e na Guiana Francesa

Médica examina criança durante operaão para detectar casos do vírus chikungunya em escola de Ayutuxtepeque, em El Salvador. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 10. julho 2014 - 11:56
(AFP)

O vírus chikungunya provocou indiretamente a morte de 33 pessoas nas Antilhas e na Guiana Francesa desde dezembro, indicou nesta quinta-feira a ministra francesa da Saúde, Marisol Touraine, classificando-o de "grande epidemia".

"Até hoje, a doença provocou indiretamente 33 falecimentos de pessoas idosas frágeis, afetou 100.000 pessoas e provocou mil hospitalizações nos departamentos franceses da América", anunciou o ministério da Saúde.

"Trata-se de uma grande epidemia, com 5.000 novos casos por semana", declarou Marisol Touraine em declarações a meios de comunicação franceses.

"A epidemia que afeta as Antilhas e a Guiana é um problema importante de saúde pública", acrescentou, ressaltando que "o início do período de verão e a estação de chuvas propiciam a reprodução do mosquito que o transmite, o que aumenta os temores de um crescimento do número de casos".

A ministra insistiu na importância das medidas de precaução para evitar a proliferação dos mosquitos.

O vírus chikungunya que, assim como a dengue, é transmitido através dos mosquitos aedes, causa febre, dores articulares, musculares e de cabeça.

O tratamento se limita a tratar os sintomas, já que não existe cura ou vacina contra esta doença, que raras vezes é mortal, mas que pode ser fatal para as pessoas frágeis.

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