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O líder opositor venezuelano naturalizado espanhol Yon Goicoechea em foto de 8 de novembro de 2008

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As autoridades venezuelanas libertaram o opositor naturalizado espanhol Yon Goicoechea, detido há 14 meses sob a acusação de porte de explosivos.

"Hoje, Delson Guarate e Yon Goicoechea se reencontram com suas famílias. Não podemos esquecer a injustiça e o sofrimento que passaram", anunciou no Twitter o deputado Juan Andrés Mejía.

O parlamentar se referia a Delson Guarate, prefeito de um município do estado Aragua, que havia sido detido há 13 meses.

"Estou em liberdade", confirmou Guarate no Twitter.

Goicoechea, um advogado de 32 anos, foi detido em agosto de 2016 por supostamente estar com explosivos, que segundo o governo seriam usados em um protesto para exigir um referendo revogatório contra o presidente Nicolás Maduro.

Líder das manifestações estudantis de 2007 contra o governo do falecido presidente Hugo Chávez (1999-2013), Goicoechea retornou à Venezuela em julho de 2016, depois de passar quase quatro anos nos Estados Unidos e Espanha.

Goicoechea, que foi libertado com medidas cautelares que o obrigam a comparecer periodicamente à justiça, é militante do partido Vontade Popular de Leopoldo López, que está em prisão domiciliar.

Ao conceder em 26 de outubro o prêmio Sakharov de liberdade de consciência à oposição venezuelana, o Parlamento Europeu mencionou os "presos políticos", entre eles Goicoechea.

O ex-líder estudantil também recebeu em 2008 o prêmio Milton Friedman pela liberdade, dotado com 500.000 dólares, por sua "luta democrática".

De acordo com a ONG venezuelana Foro Penal, o país tem quase 380 "presos políticos".

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AFP