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Venezuela ordena expulsão de embaixador da Alemanha por apoio a Guaidó

O embaixador alemão na Venezuela Daniel Kriener fala com a imprensa após participar de reunião com o presidente interino autoproclamado da Venezuela, Juan Guaido (E), na Assembleia Nacional, em Caracas afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 06. março 2019 - 15:58
(AFP)

O governo venezuelano declarou o embaixador alemão, Martin Kriener, "persona non grata" nesta quarta-feira (6), e deu 48 horas para que deixe o país depois que ele recebeu o líder da oposição, Juan Guaidó, no aeroporto na segunda-feira.

Em comunicado, o governo diz que sua decisão se deve a "recorrentes atos de ingerência nos assuntos internos do país" pelo diplomata, que "em desacato compareceu ao aeroporto internacional de Maiquetía para testemunhar a chegada do deputado Juan Guaidó".

"A Venezuela considera inaceitável que um representante diplomático estrangeiro exerça em seu território um papel público mais típico de um líder político em clara sintonia com a agenda conspiratória de setores extremistas da oposição venezuelana", diz ainda a nota.

O ministro alemão das Relações Exteriores, Heijko Maas, advertiu em um comunicado que a expulsão do embaixador "agrava a situação" na Venezuela.

"É uma decisão incompreensível", destacou Maas na nota.

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