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Venezuela realiza exercícios militares na fronteira com a Colômbia

Forças Armadas são consideradas o principal apoio do governo de Nicolás Maduro afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 08. agosto 2019 - 23:55
(AFP)

Cerca de 3.500 militares e policiais venezuelanos foram mobilizados nesta quinta-feira (8) na fronteira com a Colômbia para combater o narcotráfico e o contrabando de combustível, informou uma fonte oficial.

Essa mobilização no estado Táchira (oeste) faz parte de exercícios militares iniciados em 24 julho em várias regiões do país, disse a jornalistas Remigio Ceballos, chefe de operações das Forças Armadas.

Participaram militares, policiais e integrantes da Milícia, um corpo civil adscrito às Forças Armadas, acrescentou o almirante na ponte binacional de Tienditas (município de Ureña), que permanece bloqueado pelas autoridades venezuelanas desde fevereiro passado.

"Vamos continuar com distintas operações (...) para continuar lutando contra o contrabando de combustível, contra o narcotráfico", acrescentou o oficial, indicando que no contexto dos exercícios foram apreendidas 20 toneladas de drogas em todo o país.

Mais cedo foram chegaram veículos militares e homens que realizaram práticas de tiro. Ceballos reiterou o pedido do governo de Nicolás Maduro às autoridades colombianas para que reforcem os controles ao tráfico de cocaína e gasolina venezuelana, altamente subsidiada.

Maduro ordenou os exercícios depois que em 22 de julho o país sofreu um novo apagão que o governo atribuiu a um ataque eletromagnético dos Estados Unidos.

A Venezuela rompeu relações com a Colômbia - país com o qual compartilha 2.200 quilômetros de fronteira - em fevereiro, depois que seu vizinho apoiou a tentativa frustrada do líder opositor Juan Guaidó para entrada de ajuda americana à nação petroleira.

Maduro denunciou que essa operação esconde uma intervenção militar norte-americana, com apoio da Colômbia.

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