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Funcionários da gigante russa de segurança na internet Kaspersky, em 17 de outubro de 2016, na sede da empresa em Moscou

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O governo americano decidiu proibir organismos federais de comprar programas informáticos da companhia russa Kaspersky Labs, especializada em segurança na internet, devido aos supostos vínculos da empresa com o serviço de inteligência russo.

O escritório encarregado das compras do governo federal americano (GSA) indicou em um comunicado que tinha retirado a Kaspersky Labs da lista de vendedores oficiais.

"A prioridade da GSA é assegurar a integridade e a segurança dos sistemas e das redes do governo dos Estados Unidos", apontou o organismo.

Esta decisão foi tomada após uma advertência do serviço de inteligência americano e de altos funcionários da segurança nacional sobre o uso de programas da Kaspersky, que fornece sobretudo softwares antivírus.

Esses funcionários transmitiram em maio suas preocupações sobre os supostos vínculos da Kaspersky Labs com o Exército e o serviço secreto russo durante uma audiência no Congresso, embora não tenham detalhado as acusações.

A Kaspersky Labs negou nesta quarta-feira ter qualquer vínculo com as autoridades russas, e declarou à AFP que estava sendo "acusada injustamente e sem nenhuma prova concreta".

Segundo uma investigação da Bloomberg News publicada esta semana, e-mails internos da empresa mostram que a Kaspersky manteve uma estreita relação com o FSB, a principal agência de inteligência russa.

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AFP