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O jornal The Washington Post anunciou que venderá o prédio histórico de sua sede, perto da Casa Branca, por 159 milhões de dólares

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Exatamente um ano depois de ser vendido para o fundador do distribuidor on-line Amazon, Jeff Bezos, o jornal "The Washington Post" anunciou nesta terça-feira que bateu, em julho, seu "mês de maior tráfego".

O "Post" informou ainda que contratou "mais de 60 pessoas" na redação e que lançou novas iniciativas, cobrindo temas de saúde, ciência, estatísticas esportivas e cultura digital.

O comunicado sugere que Bezos está se concentrando na transição do jornal para um suporte digital, no momento em que os veículos impressos enfrentam dificuldades.

"Estamos emocionados em anunciar que 'The Washington Post' teve seu maior mês de tráfego (on-line) em sua história em julho. O sucesso demonstra o trabalho feito em cada canto da redação e com nossos sócios na engenharia da página", afirmaram em um blog o editor-executivo Martin Baron e os editores-chefes Kevin Merida e Emilio García-Ruiz.

O post no blog detalhou que algumas das notícias que registraram maior número de visitas estavam relacionadas a eventos como a Copa do Mundo 2014 e o conflito em Gaza.

A parte técnica também teria colaborado, acreditam os editores. "As equipes de engenharia e design digital trabalharam na publicação de páginas nítidas e rápidas de baixar para chegar mais rápido ao nosso público em aparelhos móveis e na melhoria do funcionamento das buscas", explicaram.

"Devido a todas as nossas decisões digitais, nosso funcionamento em julho ultrapassou facilmente recordes prévios de outubro de 2013, que incluiu a paralisação parcial do governo (americano)", acrescentaram os editores.

"Temos mais trabalho por fazer. Mas esse é um momento para comemorar e agradecer a todos pelo magnífico trabalho e pelos fantásticos resultados", completou.

AFP