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Zoom busca reforçar sua segurança após questionamentos da Justiça dos EUA

O uso do Zoom para reuniões e instruções escolares aumentou como consequência da pandemia de coronavírus, mas o aplicativo também viu um aumento de hackers afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 02. abril 2020 - 15:57
(AFP)

O aplicativo de videoconferência Zoom, cuja popularidade disparou com o aumento do trabalho remoto em meio à pandemia de coronavírus, anunciou medidas para reforçar sua segurança em resposta a questionamentos da Justiça americana, preocupada com o aumento de casos de hackers.

Em uma carta aberta publicada na noite de quarta-feira (1), o CEO e fundador do Zoom, Eric Yuan, garantiu que a empresa usará "todos os seus recursos técnicos para se concentrar nos principais problemas de confiança, segurança e confidencialidade".

O anúncio sobre essas medidas surge depois que uma carta foi enviada na segunda-feira à procuradora-geral do estado de Nova York, Letitia James, que pedia ao Zoom para garantir a privacidade e segurança de seus usuários.

Segundo Yuan, a plataforma registrou em março mais de 200 milhões de participantes em reuniões cotidianas, entre gratuitas e pagas. Em dezembro passado, haviam sido 10 milhões usuários.

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