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Art Basel cancela sua feira em Hong Kong por causa da pandemia

Visitante tira foto de uma obra do artista americano, nascido em Barbados, Ashley Bickteron durante a Art Basel Hong Kong em 2019 Copyright 2019 The Associated Press. All Rights Reserved.

A feira de arte anual Art Basel Hong Kong, responsável por um dos maiores volumes de vendas no mundo, foi cancelada, enquanto a cidade lida com o surto de coronavírus.

Este conteúdo foi publicado em 07. fevereiro 2020 - 13:18
Reuters/Art Basel/ilj

A organização internacional de arte anunciou na quinta-feira que o show, programado para 19 a 21 de março no Centro de Convenções e Exposições de Hong Kong, não será mais realizado.

Atendendo aos crescentes mercados asiáticos, a Art Basel Hong Kong começou em 2013 como uma derivação da Art Basel, a maior feira de arte do mundo.

A Art BaseLink externol disse que "não tem opção" a não ser cancelar a próxima edição da sua feira em Hong Kong.

“Inúmeros fatores influenciaram essa decisão, incluindo: preocupação fundamental pela saúde e segurança de todos os que trabalham e participam da feira; os severos desafios logísticos enfrentados na criação e no trânsito de obras de arte para a mostra; e as dificuldades crescentes que complicam as viagens internacionais, todas resultantes do surto do coronavírus”, afirmou o comunicado.

Marc Spiegler, diretor global da Art Basel, disse que levou em consideração primeiramente as pessoas afetadas pelo vírus. “A decisão de cancelar a Art Basel Hong Kong foi extremamente difícil para nós… Estamos cientes do importante papel que a feira desempenha no cenário cultural da região e em nossas galerias, tanto na Ásia quanto no mundo. Nossa equipe dedicou muito tempo e esforço para garantir que nosso show em março fosse um sucesso ao longo do ano passado. Infelizmente, o surto repentino e a rápida disseminação do novo coronavírus mudaram radicalmente a situação. ”

A situação

Hong Kong registrou sua primeira morte pelo vírus na terça-feira. As autoridades locais confirmaram 22 casos, dois deles críticos, com pelo menos seis dos últimos casos transmitidos localmente.

O vírus, que se acredita ter se originado na cidade chinesa de Wuhan, matou até agora mais de 630 pessoas e infectou mais de 31.000, a grande maioria delas na China continental.

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