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Uso de perfis falsos por sites sexuais pode dar cadeia

Em busca do amor: a TV pública SRF recebeu diversas reclamações de espectadores que foram enganados por 'bots' (também conhecidos como 'web robots', robôs da internet). Keystone

Vários portais na Suíça estão atraindo clientes com a perspectiva de encontros sexuais usando perfis falsos. A Secretaria de Estado para Assuntos Econômicos (SECO) condenou a prática como comercialmente “enganosa”, mas não pode agir até que as pessoas afetadas entrem com uma ação contra os sites.

Este conteúdo foi publicado em 05. junho 2018 - 10:47
SRF-RTS

A televisão pública suíça, SRF, expôs em uma reportagem na segunda-feira os perfis falsos, que aparecem em sites como "The Casual Lounge" e "Lustradar".

Depois que o programa de defesa do consumidor foi ao ar, a SRF recebeu vários relatos de espectadores que inadvertidamente foram vítimas desses robôs de bate-papo.

Alguns dos sites até admitiram usar esses perfis falsos em seus termos e condições gerais.

Em resposta a essas descobertas, a SECO disse que o uso desses perfis falsos para atrair clientes era uma prática comercial injusta, e a referência das empresas a eles em seus termos e condições não é suficiente para eximir os responsáveis.

Como os clientes em tais casos não receberam nenhum serviço em troca de seu dinheiro, os contratos que eles firmaram com as plataformas podem até se tornar inválidos, de acordo com a SECO.

Philippe Barman, vice-chefe de assuntos jurídicos da SECO, disse à SRF que, ao usar esses robôs de bate-papo, os portais estão violando a lei de concorrência e enganando os clientes.

No entanto, as questões legais precisariam ser resolvidas no tribunal, e a SECO só pode tomar as medidas necessárias de negligência comercial quando os clientes apresentarem queixas, o que não aconteceu até agora.

Os sites em questão não responderam às solicitações da SRF.

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