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Ministro volta a defender o sigilo bancário

A Suíça não transige em questão de sigilo bancário, repete o ministro Couchepin. Keystone

No encerramento da Conferência ministerial anual da OCDE, em Paris, o ministro suíço da Economia, Pascal Couchepin, reiterou que "o sigilo bancário não é negociável". E manifestou simpatia com Liechtenstein, que figura em várias listas negras...

Este conteúdo foi publicado em 28. junho 2000 - 09:45

Nessa conferência da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico - OCDE - que reúne 19 países do chamado "clube dos ricos", o tema mais sensível para o representante suíço foi o do imposto sobre poupança.

A esse respeito na semana passada, em Portugal, a União Européia chegou a inesperado compromisso sobre troca de informações entre autoridades fiscais sobre contas de não-residentes.

Se o sistema não agrada à Suíça, o sigilo bancário está cada vez mais sob pressão. Ainda mais que UE passa a exigir acordo sobre esse intercâmbio de informações de todos os países que queiram aderir à União Européia, caso da suíça.

(E vale lembrar que ainda na terça-feira, dia 27, a ministra do Interior Ruth Dreifuss, socialista, dizia ser a favor de uma reativação da candidatura suíça dentro de 2 a 3 anos).

Segundo Pascal Couchepin a Suíça poderia encontrar medidas adequadas sem se tocar no sigilo.

O ministro manifestou ainda simpatia por Liechtenstein com o qual a Suíça tem acordo alfandegário e onde circula o franco suíço. O principado figura em 3 listas negras divulgadas pela OCDE sendo criticado em particular por não fazer o suficiente para combater lavagem de dinheiro e por falta de cooperação. O minúsculo país figura também na lista negra de "paraísos fiscais".

Pascal Couchepin disse estar convencido de que Liechtenstein tudo fará para desaparecer da lista de 35 países que deveriam reformar seus sistemas fiscais.

swissinfo com agências.

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