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OCDE pressiona 35 "paraísos fiscais".

Liechtenstein na mira da OCDE.

(Keystone)

A OCDE, reunida segunda e terça-feiras em Paris, publicou lista de 35 países que considera paraísos fiscais. Estão incluídos Liechtenstein, Mônaco, Panamá, Libéria, Bahrein e muitas ilhas das Caraíbas, Pacífico e mesmo da Europa. A Suíça escapa...

Ministros da OCDE - reunindo 29 dos países mais industrializados do mundo - arrolaram 35 paraísos fiscais no mundo.

A lista inclui dezenas de territórios e ilhas de além-mar que atraem capitais pelas condições fiscais muito favoráveis que oferecem constituindo-se em "ameaça particularmente perigosa" para as economias dos países em desenvolvimento, estima a Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico.

A Commonwealth (comunidade britânica) e os territórios britânicos ultramarinos figuram nessa lista destinada a apontar "as ovelhas negras" das finanças internacionais: 21 paraísos fiscais que vão do Pacífico Sul ao Oceano Índico, passando pelo Caribe, sem esquecer os "very british" Gibraltar, Guernesey, Jersey e Ilha de Man.

As Ilhas Virgens americanas foram também arroladas, bem como Liechtenstein, Mônaco e Andora. Acrescentem-se ainda o Panamá, a Libéria e Bahrein.

A OCDE dá prazo de um ano para que esses paraísos fiscais sejam reformados, caso contrário ameaça aplicar sanções.

O jornal "Le Temps" de Genebra lembra que a OCDE tem poucos poderes nesse sentido. Mas pode "criar um cordão sanitário em volta dos recalcitrantes e entravar as transações com as próprias instituições financeiras ou suspender programas de cooperação".

Se a Suíça escapou da lista é porque reforçou há dois anos legislação contra lavagem de dinheiro e na última década tem mostrado maior empenho em cooperar na ajuda judiciária.

Swissinfo com agências.

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