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Ativistas exigem reforma da política climática suíça

A organização ambientalista Greenpeace encenou um protesto simbólico contra a política climática oficial da Suíça.

Este conteúdo foi publicado em 08. agosto 2018 - 11:51
Os níveis de água do Lago de Constança, no leste da Suíça, caíram consideravelmente, infestando as margens de algas Keystone

Ativistas se reuniram na quarta-feira (08) em frente ao Parlamento suíço, na capital Berna, e levantaram faixas, apoiadas por balões, pedindo uma política climática livre de CO2 e o fim do uso de combustíveis fósseis na Suíça.

Os manifestantes também mostraram fotos tiradas durante um período de seca, que o grupo ambientalista diz ser causado pela mudança climática.

"Temos que agir agora se quisermos proteger nossa saúde, os glaciares, os campos verdes, a água e a biodiversidade", disse o especialista em clima do Greenpeace, Georg Klingler.

Para Klingler, a Suíça está ficando atrás de outros países europeus e a pegada de carbono dos cidadãos suíços está em um nível alto.

Espera-se que o Parlamento inicie discussões no final deste ano sobre as emendas legais para harmonizar as leis suíças com o acordo climático de Paris, assinado por 196 países.

Iniciativa planejada

Enquanto isso, um grupo de cidadãos anunciou que planeja lançar uma iniciativa popular no ano que vem, pedindo ao governo e ao parlamento que proíbam completamente os combustíveis fósseis até 2050.

Eles têm 18 meses para coletar pelo menos 100.000 assinaturas para lançar uma votação nacional sobre o assunto.

Os ativistas dizem que seu objetivo é ambicioso, mas necessário, e querem que a Suíça siga outros países, especialmente a Suécia e a Holanda, que estabeleceram metas semelhantes.

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