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Por Ross Colvin
FORT HOOD, Estados Unidos (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, prometeu nesta terça-feira se empenhar para que um homem acusado de matar 13 pessoas numa base militar no Texas seja punido.
Participando de uma cerimônia em memória das vítimas, Obama lembrou que os norte-americanos atravessam "tempos desafiadores" ao travar guerras no Iraque e no Afeganistão, mas que nada justifica essa tragédia "incompreensível", cuja autoria foi atribuída a um psiquiatra muçulmano do Exército norte-americano.
"Nenhuma fé justifica esses atos homicidas e covardes. Nenhum Deus justo e amoroso os vê com beneplácito", disse Obama a 1.500 pessoas, a maioria soldados, numa área de desfiles em frente ao quartel Ford Hood.
"E, pelo que ele fez, sabemos que o assassino defrontará a justiça - neste mundo e no próximo", acrescentou.
Há especulações de que as autoridades não teriam notado sinais de alerta a respeito do major Nidal Malik Hasan, que passou vários anos aconselhando soldados gravemente feridos. Ele seria enviado em breve ao Afeganistão.
Parentes disseram que Hasan, de ascendência palestina, queria deixar o Exército para não ter de ir ao Afeganistão, e que teria sido intimidado por colegas por causa da sua religião.
As guerras do Iraque e do Afeganistão estimularam o antiamericanismo entre muitos muçulmanos do mundo.
Agências de inteligência descobriram que Hasan tinha contatos com um militante islâmico simpático à Al Qaeda, e transmitiram essas informações a autoridades antes que ele supostamente cometesse a chacina, disseram autoridades na segunda-feira.
Mas as autoridades federais não tomaram nenhuma medida contra Hasan, e consideraram que as informações não prenunciavam o ataque nem indicavam que ele estivesse agindo por ordens do clérigo radical islâmico Anwar al-Awlaki, do Iêmen.

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Reuters