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Emirates pede por conferência global de empresas aéreas após desastre de voo MH17

Este conteúdo foi publicado em 20. julho 2014 - 19:09

PARIS (Reuters) - O chefe de uma das maiores empresas aéreas do mundo pediu por uma reunião global de empresas aéreas para fechar um acordo sobre uma resposta a queda de um avião da Malásia, incluindo repensar as ameaças causadas por conflitos regionais.

Tim Clark, presidente da Emirates, de Dubai, maior empresa aérea internacional em número de passageiros, disse que reguladores domésticos em todo o mundo podem decidir se envolver mais em dar orientações para as empresas aéreas sobre onde é seguro voar.

"A comunidade aérea internacional precisa responder como uma entidade, dizendo que isso é absolutamente inaceitável e ultrajante, e que não irá tolerar ser alvo em conflitos regionais mortais que não tem nada a ver com as empresas", disse Clark à Reuters em uma entrevista por telefone.

Ele afirmou que a Associação Internacional de Transporte Aéreo poderia chamar uma conferência internacional para ver quais as mudanças precisam ser feitas sobre a forma como a indústria lida com instabilidade regional.

(Por Tim Hepher)

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