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Presidente cubano defende natureza progressiva de reformas econômicas

Este conteúdo foi publicado em 06. julho 2014 - 19:31

HAVANA (Reuters) - As reformas que Cuba implementa orientadas ao mercado serão graduais, disse neste sábado o presidente Raúl Castro ao Parlamento, em clara oposição aos apelos para acelerar medidas para impulsionar a economia da ilha de governo comunista.

Entre as mudanças impulsionadas desde que Castro assumiu o lugar de seu enfermo irmão Fidel, em 2008, incluem a criação de cooperativas privadas, a emissão de licenças para quase meio milhão de cubanos para o funcionamento de pequenas empresas e a redução do papel do Estado na economia e na vida cotidiana.

Na primeira das duas sessões anuais do Parlamento, Castro, de 83 anos, elogiou os cubanos porque "eles têm resistido e estão vencendo o imperialismo", e exortou-os a continuar a enfrentar problemas.

As reformas aumentaram as expectativas de uma melhora na economia e geraram um debate dentro do Partido Comunista para as oportunidades de livre iniciativa.

Embora a economia esteja crescendo mais lentamente do que o esperado, Castro reiterou que as mudanças serão feitas "sem pressa, mas sem pausa".

"O gradualismo com que se realizam estes processos de melhoria da ilha não é um capricho, mas uma necessidade para garantir a ordem e evitar erros que distorçam os objetivos", disse.

(Por Rosa Tania Valdés)

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