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A pro-Russian separatist looks at wreckage from the nose section of a Malaysia Airlines Boeing 777 plane which was downed near the village of Rozsypne, in the Donetsk region July 18, 2014. World leaders demanded an international investigation into the shooting down of Malaysia Airlines Flight MH17 with 298 people on board over eastern Ukraine in a tragedy that could mark a pivotal moment in the worst crisis between Russia and the West since the Cold War. REUTERS/Maxim Zmeyev (UKRAINE - Tags: POLITICS TRANSPORT DISASTER CIVIL UNREST)

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ROZSYPNE Ucrânia (Reuters) - Os separatistas pró-Rússia disseram nesta sexta-feira que receberam bem os peritos internacionais e ucranianos que foram ao local da queda do avião da Malásia, no leste da Ucrânia, negando informações do governo de que estavam impedindo a chegada de uma missão de busca e resgate.

A Organização para Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), entidade da área de segurança e direitos humanos, disse posteriormente que cerca de 30 de seus membros chegaram ao local em helicóptero.

Autoridades ucranianas afirmam que o local onde o avião caiu em território sob controle rebelde no leste da Ucrânia complica os esforços para determinar o que causou o desastre que matou todas as 298 pessoas a bordo.

O governador de Donetsk, Serhiy Taruta, disse que os rebeldes estavam impedindo o trabalho dos especialistas e haviam expressado o desejo de entregar as caixas-pretas do avião para a Rússia, apesar de o governo russo ter dito que não ficaria com elas.

No entanto, um líder rebelde, Sergei Kavtaradze, disse à Reuters por telefone: "Hoje 17 novos trabalhadores e quatro especialistas de Kiev chegaram a Donetsk. Logo eles poderão ir ao local da tragédia. Nós apoiamos o maior número possível de especialistas."

Segundo um porta-voz da OSCE em Genebra, cerca de 30 de seus observadores e peritos já estavam no local e um "grupo de contato" formado por diplomatas da OSCE, Rússia e Ucrânia havia conversado antes com líderes separatistas por videoconferência.

(Reportagem de Anton Zverev)

Reuters