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Sátira 2015 nos traços dos chargistas suíços

Migração, terrorismo, eleições federais, escândalo da FIFA... O ano passado não poupou inspiração para os artistas suíços.

Desde 2008, cinquenta artistas suíços mostram alguns de seus trabalhos no âmbito da exposição ‘Gezeichnet’Link externo (desenhados), apresentada pela primeira vez este ano no Museu da Comunicação em Berna.

Os visitantes escolhem a criação do ano para a atribuição de um prêmio. A exposição também visa superar as fronteiras culturais das quatro regiões linguísticas da Suíça.

"A charge na Suíça não é tão espetacular quanto a inglesa ou a francesa. Mas, nos últimos quarenta anos teve muitos artistas proeminentes que também abordam acontecimentos internacionais", explica o professor de História da Arte, Philippe Kaenel, em um artigo dedicado à imprensa satírica.

As obras dos chargistas suíços são retomadas pela mídia internacional, como no caso de Chappatte, no New York Times, ou Mix & Remix no Le Courrier International.

Enquanto 2015 viu uma série de eventos que inspiraram os chargistas suíços, um em particular entrou tragicamente nos anais da sátira: o ataque contra os editores do jornal satírico Charlie Hebdo, em Paris, em janeiro.

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