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Suíça tem a economia mais competitiva do mundo

Um dos pontos fortes da Suíça é a inovação tecnológica.

(Keystone)

A nova classificação do Fórum Econômico Mundial (WEF) coloca a ecnomia suíça em primeiro lugar entre os 125 países estudados, em 2005. O estudo compreende 90 critérios, aos invés de 35 anteriormente.

Portugal aparece em 34° lugar, Brasil em 66° e Moçambique em 121°. Angola é o último da lista.

A Suíça encabeça pela primeira vez a lista de 125 países no Índice Global de competitividade (GCI) 2006-2007, divulgado terça-feira (26) pelo Fórum Econômico Mundial (WEF).

Critérios mais elaborados

A classificação deste ano é mais completa pois levou em consideração 90 critérios aos invés de 35 nas edições precedentes. Ela "apreende melhor os diferentes fatores que influenciam a evolução do crescimento econômico", segundo Augusto Lopez-Claros, economista-chefe do WEF. Os resultados combinam dados públicos e um questionário submetido a 11 mil empresários.

Na nova classificação, a economia suíça subiu 4 pontos e passou à frente dos países escandinavos e dos Estados Unidos. A Finlândia está em segundo lugar, seguida pela Suécia, Dinamarca, Singapura e Estados Unidos. O Japão aparece em 7°, Alemanha em 8°, Holanda em 9° e Grã-Bretanha em 10°.

Pesquisa e desenvolvimento de inovações

"A Suíça tem um sistema bem desenvolvido em pesquisa científica e os centros de pesquisa trabalham em estreita colaboração com as empresas, que investem muito em pesquisa e desenvolvimento, estimulando a inovação tecnológica", precisou Augusto Lopez-Claros.

Além da inovação tecnológica, a Suíça é citada como exemplo em qualidade das infra-estruturas, estabilidade das instituições e sofisticação das atividades financeiras e do ambiente de negócios.

Os pontos mais fracos da economia suíça são os custos da política agrícola, a burocracia, o excesso de regulamentações e os impostos altos.

Nórdicos e Estados Unidos

Os países nórdicos são citados como exemplares em política fiscal, educação, infra-estrutura e serviços sociais. No ensino superior, os três primeiros colocados são nórdicos.

Os Estados Unidos caem do 1° para o 6° lugar, segundo os novos critérios do WEF. Mantém-se a competitividade em termos de ambiente microeconômico, mercados, inovação tecnológica. O que pesa na competitividade é a dívida pública cada vez maior, o déficit comercial recorde, a corrupção nos partidos políticos e uma pior imagem das instituições.

Portugal, emergentes e africanos

Portugal perde três ponto e está em 34° lugar.

Entre os países emergentes, a Índia aparece em 43°, cinco pontos acima da classificação anterior do WEF. O aspecto mais elogiado da economia indiana é a capacidade de inovação. A China perde seis pontos e está em 54°, com queda de confiança nas instituições e fragilidade do sistema bancário. A Rússia também perde nove pontos (62°) sobretudo porque o setor privado tem dúvidas quanto à independência do Judiciátio.

O Brasil perde nove pontos em relação ao ano passado e surge em 66° lugar, devido elementos macroeconômicos, segundo os economistas do WEF. os fatores citados são o déficit público, a dívida pública e as altas taxas de juros que dificultam o crescimento econômico.

Na América Latina, o Chile continua liderando a lista, mantendo a mesma classificação (27°) do ano passado. O México perde apenas um ponto (58°), a Argentina perde quinze pontos (69°) e a Veneuela perde quatro pontos (88°).

Moçambique aparece em 121° lugar, Timor Leste em 122° e Angola em último lugar na lista dos 125 países de maior competitividade econômica.

swissinfo

Fatos

Classificação da competitividade em 2006 (e em 2005)

1. Suíça (4)
2. Finlândia (2)
3. Suécia (7)
4. Dinamarca (3)
5. Singapura (5)
6. Estados Unidos (1)
7. Japão (10)
8. Alemanha (6)
...
17. Áustria (15)
18. França (12)
27. Chile (27)
...
34. Portugal (31)
42. Itália (38)
...
66. Brasil (57)
...
69. Argentina (54)
...
88. Venezuela (84)
...
121. Moçambique (112)
122. Timor Leste (113)
...
125. Angola (1° estudo)

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A metodologia do WEF

O Fórum Econômico Fórum reviu o índice de avaliação da competitividade dos países. A nova fórmula amplia os fatores de infuenciam a competitividade econômica de cada país. No total, esse
«Global Competitiveness Index» considera 90 critérios enquanto media 35 anteriormente. Foram incluídos ítens como pobreza, independência da justiça, ética das empresas, educação, saúde entre muitos outros.

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