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Ações da Crossair se recuperam na Bolsa

swissinfo.ch

O acidente de sábado complica o lançamento da nova companhia aérea suíça. As as ações cairam até 11,5% na abertura da Bolsa de Zurique mas fecharam em queda de 4,%

Este conteúdo foi publicado em 27. novembro 2001 - 09:02

A aviação suíça atravessa uma fase das mais difíceis. Depois da falencia da Swissair, de aviões bloqueados sem poder decolar da gréve de funcionários, o acidente de sábado pode complicar ainda mais o lançamento da nova Crossair que vai retomar parte dos vôos da Swissair.

Perda de confiança

Especialistas calculam que a Crossair poderá perder inicialmente, aproximadamente 25% de seus passageiros. Essa é a média de perda de confiança das companhias depois de um acidente mas a situação é mais grave devido a perda geral de confiança que já existia depois dos atentados do 11 de setembro nos Estados Unidos.

Além disso, a nova companhia nacional suíça deveria surgir de um plano financeiro delicado, com participação de capitl público, alvo de muitas críticas e controvérsias na Suíça.

A Crossair debe retomar 52 aviões e vôos da Swissair, algo que ela nunca fez pois era especializada e líder do transporte regional da Europa. Depois de muita polêimica, a situação tendia a normalizar-se.

Impacto psicológico

A taxa de ocupação da Crossair era de 80%, embora o Jumbolino accidentado tinha taxa de apenas 35%, quando o limite de rentabilidade é de 60%. Resta saber, como a confiança na companhia será afetada depois do acidente.Em todo caso, segunda-feira a Bolsa de Zurique reagiu mal.

As ações da Crossair abriram em baixa de 4% e fecharam em queda de 11% em relação a sexta-feira. O acidente ocorreu sábado. Desde janeiro, as ações da Crossair perderam 40%.

Para a Crossair, segundo especialistas, a questão será de saber como a empresa vai conseguir limitar o impacto psicológico do acidente, que se acrescenta à confusão dos últimos meses.

Swissinfo/Luigino Canal5 .

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