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Ataque a instalações petrolíferas deixa 13 feridos na Colômbia

O exército atribuiu o ataque ao Exército de Libertação Nacional (ELN), que opera na zona e que iniciou um processo de diálogo com o governo. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 30. junho 2014 - 12:47
(AFP)

Um ataque com explosivos artesanais contra instalações de um oleoduto no Departamento de Arauca, no leste da Colômbia, deixou 13 pessoas feridas, informou neste domingo o Exército, que atribuiu a ação à guerrilha ELN.

"As pessoas estavam em uma cerimônia religiosa no interior das instalações do complexo petrolífero quando foram atacadas de forma vil e covarde com estas armas não convencionais. Treze delas ficaram feridas", afirma o texto.

O exército atribuiu o ataque, que foi realizado com um tipo de explosivo artesanal que consiste em um cilindro de gás cheio de estilhaços, ao Exército de Libertação Nacional (ELN), que opera na zona e que iniciou um processo de diálogo com o governo de Juan Manuel Santos.

O ministro da Mineração, Amylkar Acosta, declarou à Rádio Caracol que os feridos estão fora de perigo e que atualmente os danos ao complexo estão sendo avaliados.

"Desta vez o ataque não foi contra o oleoduto propriamente, mas contra as instalações do acampamento, colocando em grave risco a integridade das pessoas que estavam ali naquele momento", disse o funcionário.

O exército, por sua vez, informou que oito dos feridos estavam hospitalizados em um centro localizado na capital do departamento, localizada a 100 km do município de Arauquita, onde os incidentes ocorreram.

O ataque tinha como alvo o oleoduto de Caño Limón-Coveñas, uma das principais vias de transporte de petróleo da Colômbia com 780 km de extensão, que leva o petróleo produzido nos campos do leste do país ao Mar do Caribe para sua exportação.

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