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Autoridades alertam sobre nível de infecções 'muito alto' na Bélgica

Profissional da saúde cuida de paciente com coronavírus na UTI do Hospital Universitário de Liège, na Bélgica afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 11. dezembro 2020 - 13:59
(AFP)

A Bélgica não consegue reduzir o nível de infecções e hospitalizações por coronavírus, que continua "muito alto e perigoso", às vésperas das festas de Natal, alertaram as autoridades de saúde nesta sexta-feira (11).

Os responsáveis do setor de saúde voltaram a pedir que se limitem "estritamente" os contatos em espaços internos, onde o vírus se propaga "muito mais facilmente".

Na última semana, este país de 11,5 milhões de habitantes registrou em média 2.165,3 novas infecções diárias, ou seja, uma queda de apenas 2% em relação à semana anterior, segundo os dados oficiais.

Os novos contágios já quase não diminuem há duas semanas, explicou em coletiva de imprensa Steven Van Gucht, um dos porta-vozes das autoridades para esta crise.

Além disso, ainda há 200 hospitalizações diárias, embora a quantidade de leitos ocupados tenha reduzido mais da metade desde o pico no início de novembro. "A carga dos hospitais continua muito elevada", alertou Van Gucht.

"Ao contrário da Holanda e Alemanha, felizmente não constatamos um novo aumento geral", mas "infelizmente a curva atual ainda está em um nível muito alto e perigoso", afirmou o virologista.

Há duas semanas, está em vigor um novo confinamento parcial no país (as escolas permanecem abertas), devido à segunda onda da pandemia. A Bélgica já soma 600.397 casos de covid-19 e 17.692 mortos, segundo dados oficiais.

No entanto, desde 1o de dezembro algumas restrições foram aliviadas com a reabertura dos comércios para as compras de Natal.

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