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Biden diz que EUA comprou 200 milhões de doses extras de vacinas anticovid

Enfermeiro aplica vacina para a covid-19 no subúrbio de Los Angeles, na Califórnia afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 11. fevereiro 2021 - 22:20
(AFP)

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse nesta quinta-feira (11) que seu governo fechou acordos para adquirir 200 milhões de doses extras de vacinas contra a covid-19.

"Justamente esta tarde, assinamos contratos finais para 100 milhões a mais de doses do laboratório Moderna e 100 milhões a mais de vacinas da Pfizer", disse, após visitar a sede dos Institutos Nacionais de Saúde, perto de Washington.

"Agora estamos no caminho certo para ter abastecimento suficiente para (vacinar) 300 milhões de americanos até o final de julho", acrescentou.

O governo Biden havia informado estar em busca desses acordos no último mês, que aumentam em 50% o estoque de vacinas dos EUA.

A campanha de vacinação dos Estados Unidos teve um início instável em dezembro, mas desde então melhorou: ao menos 34,7 milhões de pessoas já receberam uma das duas doses do imunizante, cerca de 10% da população.

No total, 46,3 milhões de doses já foram aplicadas e 68,2 milhões de doses já foram distribuídas, segundo dados oficiais.

Milhares de farmácias estavam marcando consultas nesta quinta-feira para começar a injetar a vacina no dia seguinte.

O governo federal também usou uma legislação de emergência para aumentar a produção de vacinas, inaugurou grandes locais para vacinação em estádios e iniciou um programa à parte para chegas às comunidades carentes.

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