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Bispo das Forças Armadas australianas processado por abuso de menores

Em abril de 2013, a Austrália abriu uma investigação pública sobre os abusos sexuais cometidos contra crianças em instituições religiosas. Quase 5.000 supostas vítimas prestam depoimento atualmente. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 30. junho 2014 - 11:57
(AFP)

O bispo das Forças Armadas australianas, um dos principais cargos da Igreja Católica do país, renunciou depois de ser acusado de abusar sexualmente de um menor de idade.

Max Davis, que nega as acusações, é o primeiro bispo australiano perseguido por pedofilia.

O religioso é acusado de agressão sexual a um aluno em 1969, quando era professor no colégio St Benedict na região de Perth, dois anos antes de sua ordenação.

A polícia não divulgou mais detalhes e o bispo, de 68 anos, nega categoricamente as acusações, segundo a Igreja.

As Forças Armadas australianas informaram que Max Davis não exercerá as funções de seu cargo, que ocupa desde 2003, durante o processo.

O bispo deve comparecer à justiça nas próximas semanas.

Em abril de 2013, a Austrália abriu uma investigação pública sobre os abusos sexuais cometidos contra crianças em instituições religiosas. Quase 5.000 supostas vítimas prestam depoimento atualmente.

A Igreja Católica enfrenta há alguns anos uma série de escândalos de pedofilia, sobretudo na Áustria, Bélgica, Irlanda, Alemanha e Estados Unidos.

Na Austrália, o cardeal George Pell, principal autoridade católica do país, admitiu no ano passado que a Igreja tentou proteger sua reputação ao acobertar as acusações de pedofilia desde os anos 30.

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