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BRICS lamenta estagnação nas negociações das crises na Ucrânia e no Oriente Médio

A presidente Dilma Rousseff cumprimenta o presidente russo, Vladimir Putin, em 15 de julho de 2014 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 15. julho 2014 - 21:37
(AFP)

O BRICS lamentou a falta de progresso nas negociações para solucionar o conflito entre Israel e os palestinos e as crises de Ucrânia, Iraque e Síria, informou a presidente Dilma Rousseff nesta terça-feira.

Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul "lamentam a falta de avanço concreto na maior parte dessas situações", afirmou a presidente na VI cúpula realizada em Fortaleza.

"Concordamos que, em todos esses casos, as soluções de longo prazo devem passar pelo caminho do diálogo, o que depende de todas as partes envolvidas", disse.

A presidente ressaltou o papel desempenhado pelos cinco líderes no envolvimento construtivo e coeso da comunidade internacional a fim de evitar soluções unilaterais que servem a poucos países em detrimento do interesse da maioria.

O presidente russo, Vladimir Putin, em visita à América Latina, tem pedido um mundo "multipolar" em meio às tensões relativas à crise ucraniana.

A cúpula do BRICS foi o primeiro encontro internacional de Putin desde a sua exclusão da reunião do G8 em razão da crise ucraniana.

Os Estados Unidos ameaçam impor novas sanções econômicas à Moscou, alegando que o país dá apoio aos rebeldes pró-russos no leste da Ucrânia.

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