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Chile prolonga a quarentena em Santiago para conter a pandemia de coronavírus

Em Santiago, 97% dos leitos das unidades de terapia intensiva (UTI) estão ocupados, enquanto que no restante do país a ocupação atinge 88% afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 03. junho 2020 - 18:44
(AFP)

As autoridades de saúde do Chile prorrogaram pela quarta semana a quarentena em vigor em Santiago, onde vivem sete dos 18 milhões de habitantes do país, para enfrentar o aumento de casos e mortes por coronavírus.

Quando exatamente três meses se passaram desde o primeiro caso relatado no país, o Chile registra 113.628 infectados e 1.275 mortos, após somar 87 mortos e 4.942 casos de coronavírus nas últimas 24 horas.

O número de mortos marcou um novo recorde diário e corresponde à aplicação de novos critérios.

A capital cumprirá na sexta-feira sua terceira semana sob um confinamento que, segundo o ministro da Saúde, Jaime Mañalich, reduziu a mobilidade em apenas 30%, devido ao grande número de permissões concedidas àqueles precisam sair para realizar atividades declaradas isentas de quarentena pelas autoridades.

Em Santiago, 97% dos leitos das unidades de terapia intensiva (UTI) estão ocupados, enquanto que no restante do país a ocupação atinge 88%.

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