O comissário do Instituto Nacional de Migração (INM) mexicano, Tonatiuh Guillén, apresentou nesta sexta-feira (14) sua renúncia, em meio a uma pressão crescente dos Estados Unidos para que o México detenha a onda de imigrantes em situação irregular que entram na pela fronteira comum.

Em um curto comunicado, o INM reportou que Guillén, que era a máxima autoridade da dependência, apresentou sua renúncia ao presidente Andrés Manuel López Obrador, sem detalhar os motivos da mesma.

Guillén assumiu o cargo após a chegada de López Obrador à Presidência, em dezembro passado, e teve que administrar nos últimos meses o fenômeno das multitudinárias caravanas de migrantes, a maioria centro-americanos, que tentam chegar aos Estados Unidos.

Soube-se da renúncia logo quando o chanceler Marcelo Ebrard é questionado por senadores e deputados sobre um acordo alcançado na semana passada para evitar que o presidente americano, Donald Trump, impôs a partir desta semana tarifas alfandegárias às exportações mexicanas.

Trump considera a onda de migrantes uma "ameaça" à segurança nacional dos Estados Unidos e exige que o México a detenha, caso contrário seguirá adiante com a ideia de aplicar tarifas alfandegárias.

Palavras-chave

Neuer Inhalt

Horizontal Line


Teaser Instagram

Siga-nos no Instagram

Siga-nos no Instagram

subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.