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Diretor de Migração do México renuncia em plena crise com os EUA

Vista da ponte internacional Reynosa-Hidalgo, que liga a cidade mexicana de Reynosa, no estado de Tamaulipas, com o americano Hidalgo, no Texas, em 9 de janeiro de 2019 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 14. junho 2019 - 22:24
(AFP)

O comissário do Instituto Nacional de Migração (INM) mexicano, Tonatiuh Guillén, apresentou nesta sexta-feira (14) sua renúncia, em meio a uma pressão crescente dos Estados Unidos para que o México detenha a onda de imigrantes em situação irregular que entram na pela fronteira comum.

Em um curto comunicado, o INM reportou que Guillén, que era a máxima autoridade da dependência, apresentou sua renúncia ao presidente Andrés Manuel López Obrador, sem detalhar os motivos da mesma.

Guillén assumiu o cargo após a chegada de López Obrador à Presidência, em dezembro passado, e teve que administrar nos últimos meses o fenômeno das multitudinárias caravanas de migrantes, a maioria centro-americanos, que tentam chegar aos Estados Unidos.

Soube-se da renúncia logo quando o chanceler Marcelo Ebrard é questionado por senadores e deputados sobre um acordo alcançado na semana passada para evitar que o presidente americano, Donald Trump, impôs a partir desta semana tarifas alfandegárias às exportações mexicanas.

Trump considera a onda de migrantes uma "ameaça" à segurança nacional dos Estados Unidos e exige que o México a detenha, caso contrário seguirá adiante com a ideia de aplicar tarifas alfandegárias.

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