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Peru vai manter toque de recolher até controlar contágios de COVID-19

Foto aérea publicada pelo Ministério da Defesa do Peru, tirada por um helicóptero militar durante voo de inspeção em Lima, 5 de abril de 2020, após uma ordem de restrição nacional para todo o tráfego para conter a disseminação do novo coronavírus afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 26. maio 2020 - 22:33
(AFP)

O Peru, que registra mais de 125.000 casos confirmados de COVID-19, avalia manter o toque de recolher noturno por tempo indeterminado até que desapareça o risco de contágio da doença para a população, informou nesta terça-feira (26) o ministro da Defesa.

"Iremos avaliando o desenvolvimento da pandemia, mas do ponto de vista de segurança, enquanto estiver pendente e houver pessoas factíveis de serem infectadas, o mais recomendável é que não haja atividades noturnas onde houver aglomeração de pessoas", disse a jornalistas o ministro da Defesa, Walter Martos, durante inspeção em uma área comercial de Lima.

"Por isso, o Governo deve tomar as medidas mais adequadas para que garanta a estas pessoas que não se contagiem e uma destas medidas é se recolher em casa mais cedo, não havendo o toque de recolher, se ativariam algumas atividades noturnas que não são adequadas nesta pandemia".

O Peru estendeu até 30 de junho a quarentena, iniciada em 16 de março em todo o país, e superará, assim, os 100 dias de confinamento.

"Todo este ano vamos estar com o problema dos contágios", acrescentou o ministro da Defesa, antes de ressaltar que "esta pandemia não vai acabar em junho".

O toque de recolher é uma das medidas restritivas que o governo também estendeu até o fim de junho para manter a população em casa.

"O isolamento social obrigatório", como o denomina o governo, vigora de segunda a sábado, das 21h às 04h locais em Lima, no centro e no sul do país, enquanto em oito regiões de floresta e na costa norte vai das 18h às 04h.

Aos domingos, o toque de recolher vigora durante as 24 horas do dia.

O Peru registrou mais de 125.000 casos confirmados de COVID-19 e mais de 3.700 mortes desde que o primeiro caso foi detectado, em 6 de março.

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