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Senado argentino estreia sessões remotas

(Arquivo) Visão geral do congresso argentino durante discussão de leis econômicas propostas pelo presidente Alberto Fernández afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 12. maio 2020 - 22:59
(AFP)

O Senado argentino fará uma sessão nesta quarta-feira de forma remota, em teleconferência, pela primeira vez em sua história, devido à pandemia do novo coronavírus, anunciou nesta terça-feira o líder da bancada governista, Carlos Caserio, presidente do bloco peronista, em entrevista à rádio El Destape.

O sistema permitirá os discursos e a votação, e foi testado de forma bem-sucedida ontem, na presença de 70 dos 72 integrantes da câmara alta.

Os senadores irão discutir o aval parlamentar exigido pela Constituição para decretos de necessidade e urgência assinados pelo presidente Alberto Fernández, entre eles um de assistência com créditos, subsídios e salários de subsistência no valor de cerca de 2,5 bilhões de dólares, após 54 dias de isolamento obrigatório no país para enfrentar a pandemia. A sessão será liderada pela vice-presidente do país e titular do Senado, Cristina Fernández de Kirchner.

"Tentaremos fazer com que a economia não chegue ao fundo do poço. Recebemos um país com a economia totalmente implodida e, a isto, somou-se a pandemia", comentou Carlos Caserio.

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