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Sogra de Sarkozy diz que 'cortam suas pernas' para impedir seu retorno ao poder

(Arquivo) Marisa Bruni Tedeschi afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 02. julho 2014 - 15:25
(AFP)

A sogra de Nicolas Sarkozy, Marisa Bruni Tedeschi, afirmou que está chocada com o que considera uma campanha destinada a "cortar as pernas" do ex-presidente da França para impedir seu retorno à direção da direita francesa.

Em uma entrevista publicada nesta quarta-feira pelo jornal italiano La Stampa, a mãe de Carla Bruni considera que "o verdadeiro escândalo é este golpe de efeito, a modalidade e o momento escolhidos para apresentar estas acusações contra Nicolas".

"É estranho que esta investigação apareça agora. O momento escolhido manifesta um desejo de vingança. Nós, que somos os mais próximos dele, estamos chocados", acrescentou a sogra italiana do ex-presidente francês acusado de corrupção ativa, tráfico de influência e acobertamento de violação do sigilo profissional.

"É precisamente o momento de cortar suas pernas para sempre. Era evidente que sua carreira política não havia parado ali. A iniciativa da justiça chega exatamente no momento em que eram criadas as condições de seu retorno à direção da UMP", a direita francesa, disse.

O ex-presidente Nicolas Sarkozy foi acusado na terça-feira de corrupção ativa, tráfico de influência e acobertamento de violação de sigilo profissional, anunciou na madrugada desta quarta-feira a procuradoria financeira francesa.

Esta decisão ocorreu ao término de uma detenção de 15 horas para ser interrogado, um acontecimento sem precedentes para um ex-chefe de Estado francês.

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