Sede da Cruz Vermelha continua ocupada em Bogotá
Os lavradores sem terra e deslocados da Colômbia continuam ocupando a sede do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, em Bogotá. Ontem, representantes dos lavradores tiveram uma reunião com autoridades colombianas. As atividades do CICV estão paralizadas.
As atividades do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, integrado somente por suíços, continuam paralizadas em toda a Colômbia. Cerca de 50 lavradores deslocados por causa da violência ocupam a sede do CICV em Bogotá. No primeiro dia eles retiveram os 37 funcionários e, desde ontem, mantém 4 funcionários que dizem não se sentir reféns.
Na sede central do CICV em Genebra, um porta-voz afirma que todas as atividades na Colômbia ficarão paralizadas porque tudo depende do trabalho feito em Bogotá. Os camponeses reinvindicam indenizações do governo e tiveram uma primeira reunião, sem resultados, na Procuradoria geral, em Bogotá. Hoje está marcada nova reunião.
Fontes do CICV em Genebra precisam que a situação criada na Colômbia é uma faca de dois gumes. De um lado dá amplitude internacional ao problema dos deslocados pela violência na Colômbia. De outro, paraliza as atividades no país.
50 suíços e 200 colombianos trabalham para o CICV na Colômbia em vários projetos como atendimento de saúde, visita a prisioneiros, divulgação do direito humanitário, atendimento aos deslocados etc.
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