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Suíça não vai interrogar Pinochet

A juiza Christine Junod, de Genebra, encarregada do caso Pinochet na Suíça, renunciou a interrogar o general e continua a dar prioridade à Espanha. A Grã-Bretanha deu prazo até a tarde de terça-feira para os interessados apresentarem seus argumentos.

Além da Espanha, França, Bélgica e Suíça haviam pedido a extradição do ditador chileno. Para a Suíça, a prioridade continua sendo da Espanha e a juiza Christine Junod, de Genebra, encarregada do caso Pinochet na Suíça, renunciou a interroga-lo em Londres. Julgado inapto a acompanhar seu processo, a Grã-Bretanha está prestes a libertar Pinochet e não extraditá-lo para a Espanha.

A juiza Junod comunicou ao ministério da Justiça que renunciava à interrogar Pinochet e o ministério é encaminhará a posição da juiza ao ministério britânico do Interior. A juiza acrescentou ao seu comunicado as duras críticas à decisão do governo britânico feitas na semana passada pelo Procurador geral de Genebra, Bernard Bertossa.

O pedido de extradição formulado pela Suíça é baseado em queixa da família de Alex Jaccard, estudante suíço que desapareceu em Buenos Aires e que teria sido entregue aos serviços chilenos de segurança.

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